DEPOIMENTOS





"Se a saída do poço está lá em cima porque
eu insisto em ir para o fundo?"
C.C.L, em 20/11/2006


A. C. S. M., 23 Anos, professora de L. Inglesa.
Ego, do grego "Eu"

Resgatada. Foi exatamente assim que me senti, quando a oportunidade de fazer terapia para mim surgiu.

Confesso que, de primeira instância, um misto de insegurança e descrença me assaltou. Talvez pelas minhas próprias condições psicológicas ou concepções pré e mal formuladas. Porém, resolvi dar ouvidos à minha aguçada e persistente curiosidade pelo que aquela atividade poderia fazer por mim. Mal sabia que eu estava , assim, dando uma chance de libertação a mim mesma.

O aparente motivo que me levou às sessões fora o recente falecimento de minha mãe. Inúmeras responsabilidades novas haviam recaído sobre mim e, inconscientemente, eu [as] quiz e permiti que [isto acontecesse]. Eu estava sufocada demais para dar continuidade ao maçante cotidiano que tinha se configurado.

Acuada, eu preferia o ataque.

Acreditava, do alto de minha prepotência, que aquilo tudo era uma presepada da vida, que não deveria estar passando por tanto pesar e que em algum momento iriam perceber um terrível engano que havia sido cometido comigo.

É... estava cega demais pela minha onipotência para perceber que era, enfim, tempo de crescer; e crescer dói, mas é necessário.

Ao passo que meu relacionamento, com meu terapeuta, foi se auto-construindo, os fatos foram firmemente delatando coisas mais profundas que se escondiam atrás de [minhas antigas] desculpas falidas.

Descobri-me alguém com grande potencial, sendo este [estava sendo] desviado pela [minha] arrogância; e que eu precisava de uma ajuda extra e maestral: nunca pensei que me conheceria e reconheceria tanto e tão profundamente com a terapia. Eu disfarçava uma realidade que há muito tempo se fazia presente e contundente. Era preciso que esse quadro fosse mudado.

Com essa nova ajuda providencial, eu desencadeei um processo definitivo de identificação do meu eu, o que considero um dos maiores presentes que já recebi.

Em definitivo, sepultei minha mãe, superei minhas dificuldades com o sexo oposto, com meus familiares, com a minha auto-cobrança excessiva e com a inerente onipotência que foi canalizada para atitudes que não mais agrediam, nem a mim nem aos demais. Dessa forma, criei uma consciência crítica que me permitiu ser mais consciente de mim mesma e daqueles que estavam a meu redor.

Eu renasci com a terapia e a ela sou muito grata. Não posso dizer que sou melhor ou pior que antes, entretanto, afirmo que sou completamente diferente de quem eu fora e, com isso, me sinto plenamente confortável e feliz com a pessoa que me descobri.


A.T., 27 Anos, Contabilista
Ao Marcos Maximino, psicólogo, parceiro, amigo e praticamente irmão mais velho...

"Nem parece que completamos só 4 meses de companheirismo, amizade e profissionalismo.

Quantos momentos difíceis e importantes pude dividir com você. Coisas que nem sabia que são importantes pra mim.
Medos, aflições, angústias... são tantas coisas compartilhadas, algumas já superadas que não sei como agradecer. Muitas não me lembrava o quão me deixavam triste, inseguro. Ainda tenho muita coisa a melhorar, superar e desenvolver. Hoje consigo ver esses pontos a melhorar de forma clara graças a seus conhecimentos, valores, caráter, com a sua orientação, conselhos sinceros, algumas vezes duros, consegui crescer como pessoa, homem, profissional, passei a acreditar no meu potencial e conheço meus valores, não todos que deveria conhecer. Pude perceber que existem “muitas” pessoas como você e eu no “mundo” em que vivemos, são raras, mas por acaso, destino, sei lá... tive o prazer de te conhecer em um momento difícil pra mim, que me sentia meio perdido, não sabia do que era capaz e nem o que fazer. Encontrei um pouco da paz das coisas que me incomodava.

Também através de você conheci o Sr. Antonio, que me ajudou com a reforma do meu quarto, não só isso, mostrou que em uma “Selva de Pedras” como São Paulo, existe pessoa capaz de ajudar ao próximo sem pensar em benefício próprio.
Em todos momentos tive a certeza de que tentou me ajudar me indicando para conhecidos, amigos, pacientes para que eu pudesse evoluir como profissional e pessoa e fez isso porque realmente acredita em mim e no meu potencial.

Quero voltar logo para suas consultas, ouvir seus conselhos e suas piadas. Estou muito triste por ter de parar, mas agora será necessário, pelo menos até me organizar financeiramente e assim ir para a terapia sem me preocupar com a parte financeira.

Com carinho, respeito e amor de amigo, MUITO OBRIGADO."


Dr. Antônio Sérgio Pereira de Souza, - Anos, Psiquiatra
Conheci o Marcos, não faz muito tempo, talvez há três ou quatro anos. É difícil precisar, justamente porque desde o início da relação já tinha a sensação de o conhecer já há muito tempo. Nos conhecemos em condições estafantes e úmidas, na piscina de uma academia, onde 3 vezes por semana nadávamos na tentativa de nos manter sadios e principalmente esbeltos. No início aqueles cumprimentos formais, fase dos rituais de aproximação, depois comentários sobre o tempo e depois a surpresa: Ah! Você é psicólogo. Eu sou psiquiatra. Em seguida Marcos começa a falar animadamente sobre sua atividade e seus projetos de qualidade de vida e o pior de tudo, não parou de falar até hoje.

Um dia, ele me pergunta se pode trocar idéias sobre uma paciente, em seguida pergunta se eu posso fazer avaliação e acompanhamento farmacológico de alguns de seus pacientes, e aí inicia-se uma parceria que já dura anos. Marcos é um profissional muito atento, dedicado e muito interessado na qualidade de vida de seus pacientes, e sempre que vislumbra a hipótese de que os pacientes possam ser beneficiados com uma abordagem psicofarmacológica ele os encaminha para mim ou para mais alguns psiquiatras de sua relação. Os pacientes sempre chegam com uma carta, em que há uma descrição pormenorizada dos sintomas e muitas vezes hipóteses diagnósticas, tanto que eu costumo ler a carta no final da consulta para que ela não influencie em meu ponto de vista. Depois, leio a carta e na grande maioria das vezes nossas hipóteses coincidem. O que significa que somos ótimos clínicos.

Agora, se há alguma coisa que o chateia, eu diria mais, que o exaspera é quando um paciente não melhora ou que não melhora tanto quanto ele gostaria. E isso acontece algumas vezes, e embora frustante acaba sendo um período rico, pois isso leva o Marcos a buscas impressionantes em todas as fontes possíveis e imagináveis de informação. E eu pego carona nessa viagem.

Teria muito mais a dizer dessa nossa parceria, mas quero aqui desejar o maior sucesso nesse seu novo empreendimento.


L.A.P., 48 Anos, Técnico em Informática
Carta enviada a revista Veja

Assunto: O Equilíbrio do Cérebro e da Alma - Edição 1.882 de 1° de dezembro de 2.004.

Em 1985, aos 27 anos, fui diagnosticado com depressão. Prescreveram-me, desde então, de tudo. Não foram somente antidepressivos. Também lítio e uma infinidade de medicação psicotrópica - e absurda - incluindo neurolépticos ou antipsicóticos. Há três anos (2001), busquei mais um caminho: comecei a fazer psicoterapia. Pela primeira vez um psiquiatra e um neurologista recomendaram que procurasse um psicoterapeuta. Eis o paradoxo: a psicoterapia descobriu aquilo que somente a psiquiatria, em tese, é capaz de fazê-lo. Finalmente, quase vinte anos depois, adquiri uma identidade. Ainda que tudo isso, principalmente os erros das medicações, tenha me arrasado profissionalmente estar vivo e de posse dessa identidade não é pouca coisa. Não teria chegado num diagnóstico correto se não fosse à combinação entre a psicoterapia e psiquiatria.

Graças à perspicácia do Psicólogo - Marcos Rodrigues Maximino - o acerto na medicação (finalmente) e a minha obstinação, após três anos, de terapia o diagnóstico saiu. Não teria conseguido sem a participação, que para mim foi fundamental, do Psicólogo.

A ciência precisa se esforçar no sentindo de usar como cobaias, somente, aquilo que está dentro de um laboratório. A dificuldade médica no diagnóstico e a prescrição de medicamentos errados tornaram-me uma cobaia. Médico e psicoterapeuta precisam aproximar-se. O equilíbrio do cérebro e da alma dependem disso. Eis o diagnóstico ou a identidade: sou asperger. Agora sei quem sou.


C.C.C, 24 Anos, estudante universitária
A terapia me permitiu, a partir de uma avalanche de sentimentos, organizar minha vida psíquica. Aprendi que não se trata de uma solução fácil para quem não possui habilidade para lidar com os próprios problemas, mas uma forma de tomar consciência de suas reais origens, aprendendo a utilizar as próprias potencialidades, e reconhecendo suas limitações. Dessa maneira, a terapia não serviu como um "remédio milagroso", mas como um instrumento para tornar minha vida mais plena e feliz.

E.C.O., 27 Anos, Engenheiro Eletrônico
- Como é bom estar podendo dizer que mudei para melhor!``

E.C.S, 29 Anos, dona de casa
Abril/2007

Hoje decidi contar toda a verdade para o meu marido: falei para ele que teríamos que ter uma conversa séria e depois dessa conversa eu estaria pronta para qualquer conseqüência. Me enchi de coragem e comecei a revelar para ele que ele não era pai de uma das minhas filhas.

Fiquei surpresa quando ele falou que sempre soube disso e disse-me que eu poderia ter confiado mais nele e me deu duas escolhas:

A de contar a verdade e levar a menina para conhecer o pai verdadeiro ou deixar as coisas como estão. Respondi que preferia deixar as coisas como estão pois ele é o pai que ela conhece e não desejo mexer com a cabeça dela. Ele me respondeu: “- Pai não é o que faz, mas o que cria e dá carinho.” E também disse que espera que agora, de posse da verdade, a família tenha condições ser verdadeiramente feliz.

Na data da alta.

Hoje me sinto ótima, durmo noites tranqüilas, como há muito não dormia.

Quando me olhei no espelho, vi o quanto me amo e quanta coragem tenho; sei que não sou melhor nem pior que ninguém e me sinto realizada como mulher por ter emagrecido, por estar me amando como jamais havia me amado anteriormente.

E como isto é maravilhoso! Agora me coloco sempre em primeiro plano e , depois também poder fazer coisas pelas outras pessoas pois agora acho que se eu não me amar como estou me amando jamais serei capaz de amar alguém ou até mesmo corresponder ao amor desse alguém.


F.M.A, 19 Anos, estudante universitária
Nunca acreditei muito em Psicoterapia. Não entendia como uma pessoa que nunca me viu na vida poderia ajudar enquanto fica sentada me ouvindo falar sobre os meus problemas. Os problemas são meus, e um desconhecido nada poderia fazer para resolvê-los, certo? Bom, mais ou menos certo. Os problemas, de fato, eram meus, mas um "desconhecido" ajudou sim, e muito.

Esse "desconhecido" me ajudou a enxergar o problema de maneira racional, me ajudou a perceber que não se tratava do fim do mundo, embora eu achasse que sim. Ele demorou a me convencer disso, demorou, inclusive, para me convencer de que a psicoterapia não era coisa de gente louca, doente, mas sim de pessoas que estavam em busca de uma melhor qualidade de vida.

O meu problema ainda persiste, pois não se trata de algo que eu possa resolver, envolve outras pessoas. E esse "desconhecido" foi fundamental para que eu conseguisse lidar com o problema dia após dia e, ainda assim, viver bem (e muito bem, diga-se de passagem).
Esse "desconhecido" passou a ser conhecido logo na primeira visita e, aos poucos, tornou-se meu amigo. Um amigo sincero, que me falava verdades que ora me faziam chorar, ora me deixavam P. da vida. Mas que sempre, sem exceção, me faziam crescer mais e mais forte.

Esse meu amigo, agora não mais desconhecido, não eliminou o meu problema, que foi o motivo pelo qual eu o procurei, afinal ele não é um santo milagreiro, ele é um psicólogo. Mas muito mais importante do que eliminá-lo (e agora eu enxergo isso) ele me ensinou a viver!

Marcos, muito obrigada por toda a ajuda, muito obrigada pelo carinho, pela atenção, muito obrigada por deixar o profissional de lado algumas vezes e fazer emergir seu lado humano, seu lado amigo, preocupado com a pessoa, e não com o cliente apenas.
Muito obrigada por tudo!


G.M.P, 17 Anos, Estudante
Tudo isso dói.

Mas eu sei que passa, que se está sendo assim é porque deve ser assim, e virá outro ciclo, depois.
Para me dar força, escrevi no espelho do meu quarto: "Tá certo que o sonho acabou, mas também não precisa virar pesadelo, não é?". É o que estou tentando vivenciar.
Certo, muitas ilusões dançaram - mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Também não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis, becos sem saída. Nada é muito terrível. Só viver, não é?
A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa. O meu tem sido olhar pra dentro, devagar, ter muito cuidado com cada palavra, com cada movimento, com cada coisa que me ligue ao de fora. Até que os dois ritmos naturalmente se encaixem outra vez e passem a fluir. Porque não estou fluindo.

Que aconteça alguma coisa bem bonita para você, te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não importa o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bem bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em todos de novo, que leve para longe da minha boca esse gosto podre de fracasso, de derrota sem nobreza, não tem jeito, companheiro, nos perdemos no meio da estrada e nunca tivemos mapa algum, ninguém dá mais carona e a noite já vem chegando...

"Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar de remar também."


J.E.A, 60 Anos, Engenheiro
A terapia psicológica que tive a oportunidade de realizar, aos cuidados do psicólogo Marcos Rodrigues Maximino, teve resultados altamente positivos na medida em que me proporcionou melhoria significativa da auto-estima, bom grau de auto-conhecimento, melhor entendimento do comportamento humano em geral e, principalmente, significativa redução da intensa morbidez com que avaliava minhas experiências de vida.

Um aspecto que considero ter sido essencial para o sucesso obtido no processo terapêutico foi a atuação séria, profissional e fortemente motivada do Marcos, que propiciou o estabelecimento, desde a fase inicial dos trabalhos, de um relacionamento paciente-terapeuta baseado em confiança e transparência de atos e palavras.

Outros fatores que considero terem sido muito importantes para o bom andamento e para os bons resultados da terapia foram o sólido embasamento conceitual do Marcos em relação as técnicas terapêuticas e as possibilidades de flexibilização das mesmas em casos específicos, sua aguçada percepção das minhas reações à medida em que as sessões se desenrolavam e a sua permanente preocupação em que o processo tivesse uma evolução positiva e chegasse a resultados concretos.


L.M, 28 Anos, Farmacêutica
"Fui encaminhada para a terapia após o término de um relacionamento. Nas sessões semanais fui resgatando aos poucos o meu amor próprio. Aprendi a gostar mais de mim mesma e a respeitar minhas vontades. Fortaleci a auto-estima e recuperei minha identidade, até que eu estivesse pronta para novos relacionamentos"

Marcelo Ferreira Marella, - Anos, Advogado
O papel do advogado na clínica da qualidade de vida

Antes de adentrar no relato dos atendimentos, propriamente dito, o que será feito posteriormente em peça própria, atendendo aos requisitos legais e profissionais, em especial quanto ao sigilo de informações, entendo necessário fazer um pequeno intróito sobre como surgiu a parceria que está descrita adiante, senão vejamos.

No ano de 1998, ao me mudar para o edifício New World Of Business, vim a conhecer em uma reunião de condomínio o Psicólogo Marcos Rodrigues Maximino, que após algumas conversas informais, e principalmente relacionadas com o edifício Comercial que acabávamos de nos instalar, relatou-me sobre seus estudos acerca do tema qualidade de vida, sobre o qual me interessei.

Após algumas reuniões que por enquanto ainda eram bastante informais, o psicólogo, Marcos conseguiu expor com muita clareza e fundamento seus estudos, me levando a crer que de fato era algo muito sério e que poderia ser de grande valia tanto para o campo pessoal como para o profissional.

Quanto mais ao aspecto pessoal, muito aprendi com os contatos obtidos, pois jamais havia tido uma orientação psicológica, vindo a enxergar que este campo de atuação nos auxilia e bastante ao longo da vida, nos orientando muitas vezes para qual trilha seguir, ainda que não seja a correta, fazendo-nos ver e crer que dos erros retiramos diversas lições.

Já no aspecto profissional, de início fiquei um pouco cético, portanto não conseguia criar um liame entre um profissional da área psicológica e um profissional do ramo de direito, advogado no meu caso. Estava profundamente enganado e equivocado, uma vez que ambas as profissões são absolutamente correlatas e complementares, sendo que em muitas oportunidades uma não consegue andar sem a outra por perto, principalmente nas minhas áreas de atuação, que são a área trabalhista, focada principalmente para empresas, e obviamente com contato direto com Recursos Humanos, e também na área do Direito de Família, onde a presença dos ditames da psicologia são ainda mais primordiais.

Nesta segunda área de atuação minha, ou seja Direito de Família, vim a perceber que ter conhecimentos e ainda mais, ter um psicólogo por perto, veio a somar muito nos meus atendimentos, uma vez que, o advogado, quando está atuando nesta área específica, inicia seu trabalho sendo muito mais um psicólogo do que um advogado propriamente dito, pois o cliente na maioria absoluta dos casos concretos, está com seu lado psicológico bastante debilitado, necessitando num primeiro contato, muito mais um "ombro amigo", do que com um aconselhamento jurídico, que por óbvio é o próximo passo.

E de fato, foi o que ocorreu e ainda vem ocorrendo diuturnamente, pois como dito anteriormente, após os primeiros contatos, quase que informais, passamos a transformá-los em verdadeiras reuniões profissionais, dedicando horas a respeito do assunto. Deixo claro mais uma vez, e como jamais poderia de ser e de fazer, que os estudos foram realizados única e exclusivamente pelo Dr. Marcos Maximino, do qual vim a aderir e somar na prática.

Passados estes primeiros contatos, viemos a efetivamente aplicar os estudos do Dr. Marcos em nossos atendimentos, sendo ele em sua área e eu na minha, atendimentos estes que se encontram relacionados em documentos próprios e adequados.

Após atendimentos realizados, tomamos por hábito nos reunir, relatar os atos e fatos ocorridos, e acompanhar todo o processo em conjunto. Percebemos então, que os procedimentos para com nossos pacientes/clientes, sofreram um aprimoramento incomensurável, pois o retorno destes últimos ficaram robustamente comprovados e relatados.

Após estas pequenas ponderações, venho finalmente encerrar esta primeira etapa, a qual apenas e tão somente tem o intuito de tentar mostrar, ainda que suscintamente os estudos e trabalhos realizados, que demonstraram ao decorrer desta já longa jornada que surtiram efeitos, diga-se bastante positivos e produtivos.


M.F.P, 22 Anos, Bióloga
Marcos Maximino:

Penso que, pela primeira vez você está tendo coragem de ir "direto à fonte" encarar o sentimento de ter sido rejeitada, que surgiu quando seu pai abandonou o lar sem maiores explicações, até mesmo sem dizer nada, sequer adeus. Você concorda?

MFP :

Sim, eu concordo. Essas idéias vieram depois de praticar a meditação que você me ensinou.

Quando eu comecei a pirar (crise) foi quando eu abafei meu pai- Voltando de V. - em V. , eu pensei em ligar para o meu pai, afinal eu estava em MG, mas fugi e, logo depois disso, veio tontura e o primeiro ataque de pânico (...)

E aquele meu ex-namorado fazia parte da minha punição. Ele está com a mesma namorada desde aqueles tempos que ele me deixou. A gente conversou sobre isso na sessão passada. Não é bem o G.l que me faz sofrer, mas sim, o meu pai. Por alguma razão, eu coloquei o G. tampando o meu pai.

Mas, parece que eu não resolvi esse assunto do meu pai e, por isso, com a sua ajuda, estou começando a querer procurá-lo justamente para ver se as coisas clareiam na minha mente. (...)

Lembra também que você me falou do vício dos pensamentos negativos ? Pois, eu percebi tantas sensações positivas em mim (que você me fez encontrar ao fazer a técnica da âncora) que eu acho que já “desviciei” dos negativos! E viciei nos positivos (estado anterior a essa crise).


Monja Coen, - Anos, -
Marcos e eu temos propósitos em comum: levar o maior número de seres a encontrar o Caminho Iluminado, a tranqüilidade sábia de Nirvana, à saúde física e mental- espiritual. Marcos através da Terapia Comportamental. Eu através do Zen.

Em nossos encontros, conversas, práticas e reflexões, nos percebemos tão próximos como se as nossas linguagens fossem complementares. Assim Marcos me ensina, e aos monitores de minha pequena e humilde comunidade de praticantes Zen Budistas, sobre a mente humana e as psicopatologias.

Nós recebemos aqui pacientes com receitas de Dr. Marcos para que façam Zazen. Nós encaminhamos praticantes do Zen para que conheçam e sejam acompanhados por Marcos, em seus processos de cura e compreensão de si mesmos e do mundo.

Nosso mundo.
Nossa casa comum.
Nossa família - a humana.
Família que depende de tantas outras espécies e famílias para existir. Na teia que se tece a cada instante do Inter Ser.
Unidos na fé de que transformar é possível.
Mãos em prece


P.A.C., 30 Anos, Relações Públicas
"Já conhecia o Marcos, por ele te sido o psicoterapeuta de uma grande amiga. Até cheguei, inclusive, a realizar consultas pontuais durante o turbilhão de minha adolescência. Essa fase passou, mas não os problemas, alguns traumas e alguns cacos que vamos juntando ao longo da vida e que vão se cimentando dentro de nós e nas relações que estabelecemos. Quando minha mãe faleceu, há três anos, no mês seguinte, fui me consultar e iniciamos um processo que durou dois anos. Graças ao Marcos, sendo o profissional maravilhoso que é, consegui ir alcançando resultados maravilhosos. Não foi fácil. Se abrir não é fácil, se perceber não é fácil, e tomar a rédea de nossas ações, comportamentos e vida, como um todo, também não é. Entender a si mesmo, entender os outros, aceitar, perdoar e conseguir perceber e internalizar que, às vezes, simplesmente, algumas coisas não nos pertencem , foram alguns dos ensinamentos mais profundos e verdadeiros motores para a minha mudança. Se hoje sou uma pessoa muito melhor, é, em grandíssima parte, graças a isso. Ao Marcos, e ao trabalho que realizamos juntos, meu mais eterno agradecimento."

P.B, 22 Anos, Estudante de Administração de Empresas
´´ - Já estou conseguindo um progresso... Ontem imagine! Ganhei um presente – um presente! – dos meus pais! Eles nunca haviam me dado um presente assim, espontaneamente [. . .] acho que foi um reconhecimento por parte deles de que estou mudada para melhor [. . .] agora tenho que garantir esta minha melhora.``

P.R.D.G, 32 Anos, Comunicólogo
" Preciso de alguém que me aceite como eu sou.`` ( Na data da entrevista Inicial) – Gente como gosto do grupo e até gostaria de ficar... Mas não posso me prender na vontade ou na opinião de outras pessoas. Cumpri meu tempo, por isso vou embora da terapia. "

V.M.F.P, 61 Anos, dona de casa
Abro o armário, escolho uma roupa. Hoje é o último dia de tratamento com o Marcos. Estou bem diferente, mas tranqüila, menos ansiosa.

Fui á primeira consulta descrente, desanimada.

Afinal, foram tantas tentativas, durante, anos, que não deram em nada....

Feridas foram remexidas, dores vieram à tona.

Um passo adiante, dois passos atrás, fui caminhando, tentando avançar sempre.

Os exercícios respiratórios (há muito tempo não conseguia respirar fundo),aliados a uma tranqüilidade na vida a dois há muito tempo (ou nunca) vivida, a vontade de dar boas notícias ao Marcos e, principalmente, o resgate da V., fora me fortalecendo.

Dia após dia fui me descobrindo capaz de tanta coisa esquecida, de pequenos prazeres deixados de lado.

As conversas com o Marcos explicaram tantas dores e medos.

Hoje penso mais no futuro e vivo menos do passado.

Quero ser feliz hoje, vou ser feliz hoje.

Estou em Paz......


Wolf José Singal, - Anos, Médico ortomolecular
Uma das grandes vantagens do psicodrama, é interagirmos tanto com os pacientes como com a equipe orientada para a função terapêutica. Há cerca de 20 anos tive a oportunidade de conhecer, e desde então compartilhar com o psicoterapeuta Marcos Maximino no atendimento a pacientes. Profissional que desde o início mostrou-se atento e interessado nas angústias do ser humano, vem-se revelando com o passar dos anos um terapeuta experiente com uma condição de ajuda pautada pelo interesse, estudo, ética e função social.

A mim em todos esses anos tem me sido muito proveitoso, trabalhar com o Marcos, com quem tenho também aprendido muitas coisas.


R.M, 25 Anos, Estudante de Curso Superior de Enfermagem
´´ Foi muito bom ter feito terapia...Valeu!! Muito obrigado!!``

S.C., - Anos, Poetiza
"Eu não poderia ter me abastecido de tanta felicidade e serenidade como atualmente. A forma como consegui descobrir esses sentimentos foi ocultado há seis anos.
As minhas consultas no final do dia com o Marcos se tornaram divindades. Por mais que a realidade era imposta ao meu coração ela era penetrada com louvor. E a cada sessão o meu sorriso se esbanjava...
O Marcos tornou-se um profissional excepcional em minha vida. Após receber alta me senti totalmente sem rumo, pois eu havia me acostumado com as consultas semanalmente e eu adorava poder compartilhar de todo o furor de sentimentos da minha alma. Mas ao receber alta eu tomei consciência do poder e capacidade de meu próprio ser."


S.R.Q.O., 55 Anos, dona de casa
Sofria de depressão há alguns anos e me tratava apenas com remédios. Em fevereiro de 2005, tive uma crise terrível, quando cheguei a tomar 10 comprimidos de Lexotan ®. Só queria dormir e não ver mais nada.

Fui parar em um hospital e precisei fazer uma lavagem gástrica. Resumindo, eu quase morri e na verdade, naquela época eu só queria morrer. Por intermédio de uma amiga, conheci o Dr. Marcos Maximino. A princípio relutei muito em fazer terapia.

Cheguei no consultório dele, me sentindo um "trapo", com 13 quilos a mais do que tenho hoje, sem amor próprio e sem motivos para querer viver. Comecei a terapia, e toda semana eu me perguntava de que adiantava eu estar ali. Até que comecei a ver o quanto era importante eu me conhecer melhor, e conhecer melhor os que estavam ao meu redor.

Foi um ano de terapia. Hoje sou outra pessoa. Alegre... Feliz... Bem resolvida... De bem com a vida!!! E agora sei muito bem o que quero.

Morrer??? Nem pensar!!! Eu quero viver... E viver BEM!!!


V., filha de S.R.Q.O., - Anos, -
Agradeço a "nova mãe" que nós conseguimos encontrar através da sua ajuda. Realmente hoje ela é outra pessoa. A terapia foi essencial para a transformação que ela teve e hoje a nossa casa é o lar que tanto queríamos. É o lugar que temos prazer em voltar depois de um dia de trabalho.

Gostaria também de agradecer pelas duas conversas que tivemos, porque eu também consegui colocar minhas idéias no lugar, e organizar minhas prioridades. Hoje eu estou em primeiro lugar. Estou em um emprego novo, cheio de boas perspectivas e é isso que eu quero pra mim agora.

Desejo Muita Felicidade a Você!!!
Pois é a recompensa que você merece por ser o instrumento transformador das nossas vidas.


B.C.M, 27 Anos, Publicitária
"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos."

Li essa frase outro dia e me lembrei do Marcos, o irmão mais velho que entrou pra família no ano passado, quando comecei a terapia.

Desde então, descobri muitas coisas, mas, principalmente, me redescobri, mais forte, segura e, por isso, mais feliz!

As sessões de terapia com o Marcos são incríveis e eu conto os dias pra esse momento chegar e eu poder compartilhar minhas histórias e sentimentos com ele!

Estou em tratamento há 6 meses e já sinto avanços fantásticos.

Mais que meu psicólogo, meu amigo, pessoa em quem eu confio 100%.

Às vezes até esqueço que ele não é também meu psiquiatra, gastro, advogado... : )


S.C., mãe de B.C.M., ? Anos, do lar
Desculpe o atrevimento do título, mas é assim que te vejo! Uma pessoa que faz parte de nossas vidas e eleva nossas relações, trazendo equilíbrio e harmonia, que geram atitudes saudáveis e seguras!
Pessoas assim, são raras!
Sei que cada um é único e que nosso aprendizado é eterno, transcende para outras vidas e você, com grande sensibilidade e conhecimento, diria melhor, sabedoria, transformou de maneira perene o que já latente estava no ser da nossa amada B.!
Você, talvez com a grande sensibilidade que tem, possa avaliar a felicidade e a paz que inunda meu coração de mãe em sentir minha filha tão equilibrada e segura, lúcida e serena... É difícil mensurar, mas minha alma está em paz! E isso, hoje sei, é a verdadeira felicidade!
Por isso, gostaria que imprimisse este e-mail e o mostrasse para sua mãe! A ela, também devo agradecer! E fazê-la ciente das maravilhas que seu filho tão amado anda promovendo entre as pessoas!!!
Um abraço na sua linda alma!


L.H.M.C, 22 Anos, Tento programar
Quando procurei o Dr. Marcos, por livre e espontânea auto-cobrança, eu estava confuso... diria que um pouco "desatento" para a vida.



Com um excelente profissionalismo, mas também como um excelente ser humano, o Dr. está me ajudando e MUITO com uma "faxina" psicológica. Acredito que minha evolução se espelha na grande empatia que eu tive com ele e que ao longo da sessão se mostra muito produtivo.



Agradeço muito ao Dr. Marcos tanto pelo profissional tanto pelo grande Homem que ele é e o recomendo para quem está com dificuldades em sua vida.



Att,

O Glorioso jogador de Handebol.


André Monteiro, 50 Anos, Ator
Enquanto muitos só fazem network e contabilizam ganhos no mercado futuro dos favores e outros tantos visam o nosso bolso como objeto de desejo, há a rara possibilidade de tropeçar em pessoas que, talvez não deste mundo e isso explicaria o caso, se interessam em ajudar, tirando do foco o "eu" para colocar o "outro" sob holofotes em que pesa a prioridade da ação, a atenção e o doar-se.

A descrença tão marcante no que é "humano", assumindo os contornos contrários do que deveria ser, tornando-se exemplo do pejorativo, é abalada quando brilha um exemplo desses, e faz refletir que, afinal ainda há alguma esperança.

Bendito sejam esses que em nobreza de atos e não em palavras vãs produzem o bem real.


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